A DIGNIDADE DA MORTE


Em nossa sociedade existem muitas e diferentes opiniões acerca das mais variadas temáticas. Pensar diferente não é um problema. É uma dádiva!  Na verdade, onde existem pessoas com pensamentos e opiniões divergentes, devemos render louvor, pois ali acontece o desenvolvimento da vida humana. É direito, dever e compromisso nosso pensar e refletir sobre os mais diferentes temas que concirnam à nossa existência.
Hoje te convido a refletir, pensar (talvez discordar) sobre um dos temas fundamentais da nossa vida: a morte!
No mundo antigo a morte era tratada como um conceito filosófico. A preocupação com a morte, na lógica platônica, era uma oportunidade para a filosofia. Nos tempos antigos havia correntes que criam fielmente, que enterrar seus entes em suas próprias terras as tornava sagradas em relação a outros espaços.
Quando avançamos os séculos e chegamos à Idade média, vamos perceber que existe uma enorme transformação no pensar e viver com a morte. Um exemplo clássico é São Jerônimo que, no século IV, adotou a vida austera de um eremita, vivendo no deserto, cercado apenas de livros e, diante de si, uma caveira para pensar na finitude de sua existência. Até este período estava em voga um elemento fundamental: o direito de morrer. Existia uma dignidade na iminência da morte.
Apesar dos pesares dos tempos antigos e medievais, percebe-se que as pessoas conviviam fraternalmente com a morte. O morrer era visto como um fato natural, como consequência da vida.
No mundo em que vivemos, nestes tempos posmodernos, onde as ciências médicas têm evoluído de maneira astronômica, parece que também mudou e se transformou a forma de lidar com a existência e sua finitude, a saber, a morte.

Com toda certeza as descobertas cientificas tem contribuído enormemente para a qualidade da vida das pessoas. Não resta dúvida que as transformações da medicina atual têm auxiliado para que alcancemos até mesmo um prolongamento da vida. No entanto, não podemos negar que, cada vez mais, as pessoas temem a morte. Está cada vez mais difícil e doloroso aceitar a morte de forma natural.

Quem visita hospitais, e está familiarizado com as enfermarias e UTIs, consegue compreender bem o que estou explanando. Os médicos e cientistas estão, de maneira incansável, procurando encontrar curas para todos os males. Mas isso tem um preço. O almejo do prolongamento da vida pode fazer-nos esquecer da inevitável realidade da morte.

É por esse motivo que hoje me proponho a perguntar: se existe o direito de viver com dignidade, não deveria também existir o direito de morrer com dignidade? Ou devemos deixar o mundo nos levar por um prolongamento doloroso da vida?

Volto a frisar: nos tempos atuais, diferentemente de tempos antigos, a morte não é mais uma questão natural da existência. Hoje em dia a morte é uma questão técnica. A morte também deixou de ser um elemento familiar e tornou-se um detalhe do mundo médico, do ambiente profissional.

A morte é uma questão básica da existência humana.  Como já relatei anteriormente, no passado as pessoas conviviam de maneira lúcida com a morte. A realidade da iminência da morte era tida como um fato da própria vida, consequência da existência.

Por mais que eu não tenha tanta idade - experiência de vida – recordo-me ainda do tempo em que as pessoas morriam em casa, junto com seus familiares. Naqueles tempos as famílias tinham a oportunidade de despedir-se da pessoa amada. O próprio doente compreendia e aceitava sua condição. Ele aceitava sua morte. Compreendia que estava encerrando seu tempo.

Alguém pode até dizer que estou enganado, porém algo me diz que naquele tempo a morte era menos angustiante. Hoje ela parece que doi mais.

Existem pesquisadores que afirmam que faz pouquíssimo tempo que a morte mudou em nossa sociedade. Para alguns estudiosos da vida humana o medo e a angustia com relação à morte começou no século XIX. Parece que foi ali que a pessoa doente começa a ter medo de morrer. E, quem está próximo começa a sofrer com a iminência da perda.

Eu vejo que o avanço da Medicina Moderna e a Revolução Industrial são dois elementos importantes para compreendermos essa transformação:

Primeiro: com a transformação da medicina as pessoas não morrem mais em casa, mas sim nos hospitais. Automaticamente a pessoa não escolhe mais se deseja morrer ou não. Os médicos e a família decidem pela pessoa doente. Surgiu aqui um novo modelo de morte. Alguém fora mim é quem prevê a realidade da agonia que devo enfrentar. E, dependendo da situação, usa-se de infinitos meios para evitar a morte. Os aparelhos continuam ligados. Assim vamos fazendo a morte ficar cada vez mais distante de nossa existência.

Em uma segunda reflexão: acredito que a nossa sociedade lida com a morte de forma distante, por que quem morre não produz. E o mundo onde vivemos só valoriza quem faz e acontece. Por isso mesmo, parece que o importante é estar vivo, a qualquer custo, para produzir e consumir.

Nesse sentido, como pessoas cristãs, devemos pensar e refletir de maneira crítica acerca da vida e da morte. É uma tendência cada vez mais crescente deixar a morte de lado. Esquecer que ela é uma realidade da vida. O mundo atual quer afastar de nossos olhos, esconder de nós, a morte...que faz parte da nossa vida.

Temos o direito de viver dignamente. Temos também o direito de acompanhar as pessoas que amamos na realidade da morte. E nós também temos o direito de saber que um dia vamos morrer.

A pessoa cristã que confessa a sua fé no Trino Deus, que crê firmemente na ressurreição e na vida eterna por meio de Cristo Jesus, esta não teme a morte, mas vive a vida sabendo da sua realidade terrena. Precisamos ser confrontados com a nossa existência e sua finitude. Não devemos mascarar a vida. Não podemos esconder a realidade de nossa vista.

Precisamos aprender que morrer faz parte da vida!

Pastor Marcelo Peter
      

REFERÊNCIAS:
BIBLIA DE ESTUDO ALMEIDA: Tradução de João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada. 2 ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

RECKZIEGEL, Janaína; STEINMETZ, Wilson. Cuidados Paliativos e o Direito À Morte Digna. Revista Direito Público, Porto Alegre, Volume 13, n. 72, 2016, 91-114, nov-dez, 2016.

SENGÈS, Giselle. O princípio da dignidade da pessoa humana e o direito a uma morte digna. Disponível em: . Último acesso em 30 de outubro de 2018 às 00:30.

SIQUEIRA, Neldinei Faleiro de. O efeito terapêutico do rito religioso na instituição hospitalar. Goiânia, GO: [s.n.], 2003. 116 f. Dissertação (Mestrado) – Universidade Católica de Goiás, Departamento de Filosofia e Teologia, Goiânia, 2003.

É O CRAQUE DA CAMISA NÚMERO 10?


Estivemos acompanhando em alguma medida a Copa do Mundo 2018. E vimos algumas coisas interessantes acontecerem. Talvez a grande maioria de nós quisesse, ou talvez não quisesse, que a Seleção Brasileira ganhasse o Hexa. E não ganhou. Na verdade, as grandes seleções mundiais que ficaram se firmando e fixando na imagem do craque do time, tipo “o Camisa 10”, acabaram saindo decepcionados. Esse foi o caso da Alemanha, Espanha, Portugal, Argentina, Brasil e outras.

Nesta Copa, além do VAR (Árbitro de Vídeo), vimos um fenômeno muito interessante acontecer. Seleções pequenas, ou de pouca tradição, com grupos pouco conhecidos, mas muito unidos conseguiram fazer boas campanhas e até mesmo mostrar um futebol animador para o público. Isso foi tão contagioso que muitas pessoas que estavam acompanhando os jogos começaram a torcer justamente para essas equipes, por acreditar num outro tipo de expressão do esporte mais famoso do planeta. A exemplo disto temos as equipes da Islândia, Rússia, Croácia e Bélgica.

Essa também foi uma Copa onde pudemos brincar um pouco de rememorar e reescrever famosas batalhas da história da humanidade. Logo de cara constatamos que a Alemanha não se dá bem na Rússia. A Alemanha, última campeã mundial, foi eliminada ainda na primeira fase. Algo surpreendente! Na história mundial as tropas Nazistas do III Reich estavam vencendo todas as batalhas. Quando chegaram à Rússia, acabaram sucumbindo à resistência soviética em 1942, durante a II Grande Guerra.

Brincando com mais uma aula de história, quando chegou à Semifinal fiquei pensando o que aconteceria se desse França e Inglaterra na Final. Porque, no passado, quando estas duas nações guerrearam, a batalha durou mais de 100 anos, mas a partida de futebol tem apenas 90 minutos. Seria um jogo quase interminável. A Guerra dos Cem Anos durou 116 anos. Começou em 1337 e só terminou em 1453.

Fazendo a última comparação do futebol com a história da humanidade, podemos dizer que o Técnico Francês Didie Dechamps se tornou um verdadeiro herói, pois ele, com sua Equipe, realizou o que Napoleão Bonaparte e seu Exército não conseguiram. Ele venceu na Rússia. Napoleão perdeu a guerra em 1812, no inverno Russo. Já o Técnico Dechamps foi Bicampeão no verão russo.

Deixando de lado as brincadeiras da historia passada e falando sobre uma nova história, vamos voltar ao tema central. As Equipes que ficaram se firmando na ideia de que um craque, um atleta, um personagem principal seria a solução saíram perdendo nessa Copa. Quem saiu ganhando, mesmo que não tenha levado a Taça, foram as Equipes que pensaram em conjunto, em grupo. Quem trabalhou buscando a contribuição de cada integrante da equipe se saiu melhor. Vejamos:

A Islândia é um pequeno país nórdico. Uma ilha entre a Europa e a Groelândia. Não tem nenhuma tradição no futebol, mas trouxe uma equipe com espírito viking, lutador, aguerrido e unido e para a competição. Entre eles não havia uma disputa para um deles ser o craque do time. Estavam trabalhando pela equipe. A torcida fazia questão de jogar junto com os atletas animando e motivando minuto a minuto. Isto ficou tão claro que o modelo de torcida e comemoração viking-islandês foi copiado por outras torcidas durante a copa (abrir os braços e bater as mãos, todos ao mesmo tempo).

A Equipe da Rússia surpreendeu a todos fazendo uma campanha histórica ao chegar as Quartas de Final. Sempre mostrando um estilo de jogo grupal onde não havia um atleta preferido, mas uma ideal em conjunto.

Outra equipe que animou aos que acompanhavam os jogos foi a Bélgica. Muitos torceram para que se tornasse a campeã. Talvez, depois de vencer o Brasil, se tornou uma opção para muitos brasileiros, por se mostrar uma equipe forte ao não se basear em um único atleta como a esperança de vitória. Demonstraram que o que fez a equipe chegar aonde chegou foi o trabalho em conjunto.

Agora, a Seleção que trouxe um ar especial, que mostrou um jogo novo, que deu uma lição de trabalho em conjunto e de diálogo constante foi a Equipe da Croácia. Na Final, acredito que os franceses estavam torcendo pra França e o restante do mundo para a Croácia.

A Equipe Croata, que até a década de 90 pertencia à antiga República Socialista Federativa da Iugoslávia, teve a sua melhor participação em Copas no ano de 1998, ficando em 3º lugar. Desta vez, conseguiu chegar à final da Copa. Não levou a Taça pra casa, mas deixou grandes lições para todas as equipes. Mostrou que devemos batalhar e insistir em nossos objetivos até final. Jamais devemos perder o ritmo do jogo. Em hipótese alguma devemos apelar para violência ou agressão. O sentido do trabalho em grupo é mais importante do que o estrelismo de uma pessoa somente.

Por esses e por outros tantos motivos, podemos afirmar que os verdadeiros campeões dessa Copa de 2018 são Islândia, Rússia, Bélgica e Croácia. São campeões não porque venceram, mas porque ensinaram como trabalhar em equipe e isso fica como lição também para a nossa vida.

Não devemos ficar esperando ou achando que um craque da camisa número 10 vai ficar resolvendo e solucionando as coisas a todo o momento. Seja na família, na escola, no nosso grupo, na comunidade. Não podemos ficar colocando toda a carga ou a expectativa em uma pessoa. Um craque que vai fazer tudo e resolver todas as coisas. Os melhores resultados que conseguimos acontecem quando agimos em conjunto, com a colaboração e a participação de todas as pessoas.

Na Bíblia encontramos um exemplo parecido com essa história do futebol. Moisés, o grande líder da Equipe dos Hebreus chegou a pensar que ele era o craque da camisa número 10. Pensou que deveria e conseguiria vencer tudo sozinho sem ninguém junto com ele. Mas foi então que o técnico da Seleção dos Judeus, Jetro, deu um conselho muito importante para Moisés. Falou para Moisés confiar nas pessoas que podem formar, junto com ele, uma equipe forte e capaz, para vencer juntos, cada um fazendo a sua parte, em prol do bem de todos (Êx 18. 13-24)

Baseados no testemunho bíblico de Êxodo, confirmados pelos belos exemplos vistos neste campeonato mundial, aprendemos que, quando colocamos nossas expectativas de mudança e transformação em um só indivíduo, nos torna fracos enquanto grupo, comunidade e sociedade. Se ele ganha, ganhamos. Se perde, sofremos. Isto não é o modelo bíblico.

Estamos vivendo tempos onde não podemos mais ficar simplesmente torcendo pelo craque da Camisa Número 10. Acabou o tempo de achar que um presidente vai transformar o país; o diretor da escola vai mudar o jeito de educar; o delegado vai resolver o problema da segurança pública; o pastor vai fazer a nossa comunidade crescer. Não é uma pessoa com superpoderes que vai mudar as coisas da noite pro dia. Somos nós, comunidade, família, grupo de pessoas que trabalha em conjunto, que vamos seguir juntos em prol de uma vida melhor, um mundo melhor, uma experiência de fé diferenciada.

Muitas vezes, na vida, perdemos tempo demais esperando o craque da Camisa Número 10 resolver o jogo. Na verdade, devemos jogar juntos, cada qual em sua posição, colaborando pelo bem da nossa Equipe: seja na família, na Comunidade ou na Sociedade.

Pela fé em Jesus, cremos e confiamos que não é o talento individual que resolve, mas a persistência, a colaboração e o companheirismo do trabalho em conjunto. No jogo da vida, para ganhar de verdade é preciso jogar junto. Amém!

Pastor Marcelo Peter
Paróquia em Doutor Maurício Cardoso – RS
Sínodo Noroeste Riograndense - IECLB

CULTO DAS CRIANÇAS

Em nossas Comunidades da Paróquia em Doutor Maurício Cardoso (RS) as crianças tiveram momentos especiais de celebração de culto, onde puderam expressar a sua fé, participar ativamente da liturgia e vivenciar com intensidade a mensagem do Evangelho da pura graça de Cristo Jesus.

Cada pessoa que chegava ao Culto, independente da idade, era acolhida como uma criança e brincávamos com bolhas de sabão. Durante a mensagem as pessoas mais idosas tiveram a oportunidade de expressar suas memórias sobre seu tempo de criança, sua infância. Na Liturgia da Ceia do Senhor as Crianças oraram juntas pedindo que Deus envie o seu Espírito de paz e amor e nos conceda a comunhão no seu reino de justiça e liberdade.

CRIANÇAS ORANDO NA CEIA DO SENHOR

MENSAGEM 

CORAL CANTA - Em Memória de Mim

Pastor Marcelo Peter
Paróquia em Dr Maurício Cardoso - RS
Sínodo Noroeste Riograndense - IECLB

CULTO CRIOULO

O Culto Crioulo é uma celebração litúrgica e festiva da comunidade que, dentro da estrutura da liturgia, faz uso da linguagem, ritmo, estilo e símbolos tradicionalistas gaúchos. O Culto Crioulo (Campeiro Gaúcho) tem por objetivo enfocar a espiritualidade e religiosidade deste povo.

No Culto Crioulo existem cânticos e orações próprias e adaptadas. Sempre há uma forte acentuação nas rimas. São utilizados, constantemente, símbolos peculiares da vida campeira e dos costumes do povo gaúcho.

Diversos elementos litúrgicos, hinos e orações de uso corrente na liturgia ordinária são adaptados com o linguajar típico da cultura gauchesca. Alguns exemplos: Deus Pais é chamado de “Patrão Celeste”, “Patrão Eterno”; Jesus Cristo é chamado de “Divino Tropeiro”, “Bom Tropeiro”; e o Espírito Santo de “Divino Candeeiro”, “Espírito Vaqueano”.

Um dos atos litúrgicos mais fundamentais que marcam o Culto Crioulo é a união dos lenços na cruz tosca do mato.  Este ato relembra a marcante história do Rio Grande do Sul: a guerra entre Maragatos e Chimangos. O Culto enfatiza o fim do conflito e a busca constante pela paz e compreensão entre os povos.

No último dia 16 de setembro, na Comunidade Evangélica em Doutor Maurício Cardoso – RS celebramos nosso culto Crioulo.

“Foi momento de imensa gratidão
ao Patrão Celestial,
por sua grande bondade
e bênçãos sem igual”

Neste 20 de setembro, dia da Revolução, vamos celebrar novamente, de maneira ecumênica, no CTG Fronteia do Horizonte, às 10 horas.

Pastor Marcelo Peter
Paróquia em Dr Maurício Cardoso - RS

Sínodo Noroeste Riograndense - IECLB


MÃE NÃO É TRABALHO? Dia Internacional da Mulher

Certo dia, uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista.Quando lhe perguntaram qual era a sua profissão, ela hesitou. Não sabia bem como se classificar. O funcionário insistiu:
      - O que eu pergunto é se tem um trabalho.
      - Claro que tenho um trabalho, exclamou Anne. Sou mãe.
      - Nós não consideramos isso um trabalho. Vou colocar dona de casa - disse o funcionário friamente.
      Uma amiga sua, chamada Marta, soube do ocorrido e ficou pensando a respeito por algum tempo. Num determinado dia, ela se encontrou numa situação idêntica. A pessoa que a atendeu era uma funcionária de carreira, segura, eficiente. O formulário parecia enorme, interminável. A primeira pergunta foi: Qual é a sua ocupação? Marta pensou um pouco e sem saber bem como, respondeu:
      - Sou doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas.
      A funcionária fez uma pausa e Marta precisou repetir pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.
      - Sou doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas.
      Depois de ter anotado tudo, a jovem ousou indagar:
      - Posso perguntar o que é que a senhora faz exatamente?
      Sem qualquer traço de agitação na voz, com muita calma, Marta explicou:
      - Desenvolvo um programa a longo prazo, dentro e fora de casa.
      Pensando na sua família, ela continuou:
      - Sou responsável por uma equipe e já recebi quatro projetos. Trabalho em regime de dedicação exclusiva. O grau de exigência é de 14 horas por dia, às vezes até 24 horas.
      À medida que ia descrevendo suas responsabilidades, Marta notou o crescente tom de respeito na voz da funcionária, que preencheu todo o formulário com os dados fornecidos.
Quando voltou para casa, Marta foi recebida por sua equipe: uma menina com 13 anos, outra com 7 e outra com 3.
      Subindo ao andar de cima da casa, ela pôde ouvir o seu mais novo projeto, um bebê de seis meses, testando uma nova tonalidade de voz. Feliz, Marta tomou o bebê nos braços e pensou na glória da maternidade, com suas multiplicadas responsabilidades. E horas intermináveis de dedicação.
      - Mãe, onde está meu sapato?
      - Mãe, me ajuda a fazer a lição?
      - Mãe, o bebê não para de chorar.
      - Mãe, você me busca na escola?
      - Mãe, você vai assistir a minha dança?

      - Mãe, você compra? Mãe...

A Jornada de um Novo Ano

O ano novo está chegando e com ele uma nova jornada. Vamos seguir firmes nessa nova aventura que temos pela frente.


Pastor Marcelo Peter - IECLB

É PRECISO ACORDAR PRA VIDA

É PRECISO ACORDAR PRA VIDA


Você precisa acordar para uma nova esperança com nosso Senhor Jesus Cristo!

Aquele que transforma seu pesadelo em sonho bom;

aquele que transforma seu sonho em realidade;

aquele que nutre você de fé e amor e esperança!

Estamos vivendo um tempo em que as pessoas estão dormindo e vivendo pesadelos horríveis em suas vidas.

Estamos vivendo um tempo que acordamos pela manhã para trabalhar, mas os pesadelos nos acompanham ao longo do dia...


Você precisa acordar para uma nova esperança com nosso Senhor Jesus Cristo!

Jesus, Aquele que transforma seu pesadelo sonho bom;

Jesus, aquele que transforma seu sonho em realidade;

Jesus, aquele que nutre você de fé e amor e esperança!


Pastor Marcelo Peter - IECLB